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Curada por Jesus, auxiliar administrativo nunca imaginava ser vítima do câncer

O câncer atacou Lúcia dos Santos de tal maneira que ela não podia comer nem andar ou dormir

Por Equipe G. Gospel em 24/07/2022 às 14:31:04
Fotos: Demetrio Koch

Fotos: Demetrio Koch

No final de julho de 2021, a auxiliar administrativo Lúcia Maria dos Santos, de 57 anos, sentiu, durante o banho, um pequeno nódulo na mama direita. Assustada, ela procurou o sistema público de saúde em sua cidade, Santo André (SP), mas, por causa da incidência de Covid-19, não existia possibilidade de atendimento imediato.

Nas cinco semanas seguintes, o nódulo cresceu rapidamente. Ela conta que a mama com o tumor ficou três vezes maior do que a outra: "ela ficou tão grande que eu já não conseguia andar com a coluna ereta e sobressaiu tanto que, envergonhada, eu evitava sair de casa". Nesse estágio, Lúcia passou a sentir fortes dores, procurou atendimento médico e só conseguiu ser atendida imediatamente porque uma enfermeira viu que seu caso era grave e que ela não poderia mais esperar. Exames de imagem foram solicitados e ela tomou medicamentos contra a dor.

"Me diziam que quando o câncer dói é porque a pessoa já está no estágio final e, se era verdade, então eu pensava que já estava para morrer. Contudo, quando falava com Deus, dentro de mim vinha a certeza que aquela doença não era para a minha morte", afirma.

A consulta com um mastologista, especialista em mama, só aconteceu em novembro e ele imediatamente solicitou uma biópsia e uma série de exames para saber se havia metástase. Apesar de não ter o resultado do exame, ele já encaminhou Lúcia para um oncologista. Àquela altura, a mama já apresentava feridas e Lúcia conta que não aguentava nem sequer andar porque qualquer movimento a fazia sentir muita dor: "eu já não conseguia vestir blusa, não deitava, dormia sentada e passei muitas noites em claro com dores intensas".

Câncer de mama inflamatório

Ele ocorre quando células tumorais bloqueiam os ductos linfáticos existentes na pele sobre o tecido mamário. Apesar de raro, normalmente é diagnosticado já em estágio avançado por causa da velocidade com que se desenvolve. Dores, vermelhidão, ardor nas mamas, alterações na pele e calor incomum na área afetada, inversão do mamilo, coceira e aumento da mama afetada são os sintomas mais alarmantes. O diagnóstico, porém, só é confirmado após testes, exames de imagem e biópsia e o tratamento é feito de acordo com o tipo de inflamação observado. A combinação de quimioterapia, cirurgia e radioterapia é a forma de tratamento usada com frequência nesses casos.

Fonte: Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de apoio à saúde da mama (femama)

A força que vem da fé
Lúcia não apresentava problemas de saúde antes de receber o diagnóstico e em sua família não havia registro de câncer. Foram sete meses entre o diagnóstico e o estágio mais crítico da doença e, nesse período, ela fez da fé a principal parte do seu tratamento. Ela participava das correntes de cura e, mesmo no período em que não conseguia ir à Universal, continuava usando o lenço e a água consagrados que eram levados para ela por pessoas próximas.

Quando as sessões de quimioterapia começaram, em janeiro de 2022, ela foi informada que, a partir daquele ponto, a dor cessaria, mas ela viveu o contrário. "Fiquei sem apetite, senti muito
mal-estar e a dor era tão insuportável que, quando ela vinha, eu tremia. Cheguei a passar mal em casa e uma amiga pulou a janela para me socorrer. Naquele momento orei: "meu Deus, eu não tenho mais força, seja feita a Tua vontade e não a minha", revela.

Depois de fazer esta oração, ela observou que a mama doente escureceu e sua irmã, que estava cuidando dela, viu algo diferente, conta Lúcia: "havia rachaduras ao redor das feridas e parecia que tinha uma mão arrancando o câncer".

Dias depois, o tumor se desprendeu e ficou pendente. Ela foi ao médico e esperava que fosse retirado, pois, segundo ela, fedia a carne podre. Os médicos, porém, alegaram que não poderiam cortá-lo e ela teria que ficar com aquele volume pendurado até o final da quimioterapia. Inconformada, Lúcia recorreu à sua fé em Deus e determinou por meio de uma oração que Ele arrancaria de vez aquele tumor. No dia seguinte, depois de almoçar, Lúcia sentiu uma forte dor e, receosa que sua pressão baixasse a ponto de ela desmaiar, como já havia acontecido outras vezes, ela se deitou. "Quando a dor diminuiu, me levantei e o câncer estava em cima da minha cama. Ele, literalmente, caiu. Deus o cortou e ali acabaram a dor e o sofrimento".

O local cicatrizou e, antes da cirurgia de retirada da mama, protocolo que é seguido por quem tem câncer inflamatório, não havia mais nenhum rastro da doença, conforme disse o médico, que ficou impressionado. "Foram sete meses de sofrimento. Eu nunca pensei que passaria por isso, por esse tipo de situação. Tem gente que, quando me encontra, chora de felicidade por me ver viva. Tenho certeza do que Meu Deus fez. Quando Ele arrancou o câncer, arrancou mesmo", comemora.

Fonte: Universal

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